random

Às vezes esse blogue parece um consultorio sentimental, um divã ou uma conversa de doido. Deixe que pareça, o fato é que meus três leitores sirão daqui "pró" em assuntos ligados à sanidade mental. Mas não é disso que vou falar hoje. 

Já sei do filme da série Millenium mas ainda não vi. Já sei que é a versão sueca e mais nada. Eu gosto daquela Lisbeth, mas a da Rooney Mara e bem mais intrigante. Por que ela é impressionante e lembro que fiquei completamente aturdida/intrigada por dias quando vi o filme. Se eu fosse bi, ou lésbica, ela seria meu sonho de consumo. 

Falando em gente impressionante, na gráfica onde trabalho é o lugar onde mais reúne gente de normal para feia se sentindo linda. É de chorar, a mocinha usa tanto blush que parece a Emília do Sítio, não se sabe o que é bumbum ou perna e sai por lá sensualizando. Tenho aversão. E já que estou no meu momento "julgamento" admito que gosto muito mais da gordinha que vi dançando uma vez porque essa não se achava: ela ERA. 

Uma coisa é parecer, fazer tipo. Outra coisa e incorporar o papel, viver de verdade. Detesto gente fazida, bando de poser. 

Mudando de assunto: agora temos um gato. É o animal mais branco que já vi. E como era da minha irmã (que não tem filhos) ela é cheia de manias. Mas tá tranquilo por enquanto, considerando que ela usa o próprio banheiro e encheu de pelos somente as minhas roupas e não as da família toda.

Notei que esse tratamento novo provoca um pico de alegria  mais ou menos as três da tarde, melhorou a memória mas não contribui em nada para parar a enchurrada de pensamentos. Aquilo da colmeia de abelhas, dos mil rádios ligados simultaneamente, da vozes, da vontade de falar sempre com um fio levando a inumeros outros assuntos continua acontecendo. Minha irritabilidade é a mesma, tenho vontade de morder, de esganar, de berrar mas me limito a rir que é mais fácil e conserva as relações.

Ou seja, com tratamento ou não, randomizando todo o tempo. Tem horas que o vuuuuuuuuuuuuuuuu é tão alto que posso ficar quieta, em pé mesmo, em qualquer lugar e ficar só escutando o pensamento que já está bom. Na verdade, talvez meu pensamentos secretos e involuntários, completamente sem freio sejam interessantes...







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