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Mostrando postagens de Abril, 2011

I need

novidades. Assim mesmo no plural que uma só se consome muito rápido.

Ah, e de sapatos novos. Trabalhar em uma loja de calçados é realmente uma tortura nesse sentido.

(mudando de assunto, gosto especialmente quando perguntam se tenho o pé esquerdo, já que só o direito fica na exposição. Tenho vontade de dizer que dessa vez recebemos só os direitos e que os outros vem no próximo pedido.)

Música, maestro!

Já falei da minha paixão por rádio? Não? Nunca?
Pois é. Amo o rádio. A voz sem rosto. O mistério. Os fatos sem imagens. Música, coments. Música, coments. Música e mais coments. Tudo.

Esse blogue é mais ou menos isso. Um pouco de música, e um pouco de conversa com uma certa tirada de notícia, como se cada fato banal fosse equiparado a Amy nua na rua beijando um desconhecido totalmente bêbada. Por sorte não é um monólogo, mas se não soubesse de um único leitor continuaria mesmo assim.

Obrigada pela audiência. Muito.

I don't know why...

As coisas não estão no lugar: nenhuma delas.

Não faço a menor do que é que empurra minha relação com meu marido para baixo, se sou eu ou se é ele. Ou os dois. E não saber é o que me perturba mais. Se tem uma coisa que me deixa p*$# é sentir que estou confusa. Odeia não ter respostas, odeio não saber que pergunta me fazer ou por onde começar.

Nem imagino no que isso tudo vai dar. Talvez num daqueles casamentos mornos e longos que tenho verdadeiro horror.

Mas, ainda acho que no balanço geral estou no lucro. Enquanto ele nunca está feliz, e sempre por minha causa (pelos mais diversos motivos esteja eu bem ou mal, longe ou perto), eu apenas quero que ele trate meu filho como se fosse seu.

Queria mesmo era viver sozinha. Sem culpa. Só eu sei o quanto procurei e esperei por esse homem (ou um bem assim) para pouco tempo depois descobrir que não devo viver nem com a mais pacata das criaturas. Sobretudo se interferirem no que mais amo: meu pequenos.

Seria muita intolerância da minha parte? Me…

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Evitando o stress

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Como é que se faz

para enfiar na cabeça de uma grávida que o corpo dela não é somente dela e que tudo o que por para dentro interfere na gestação?

Para dizer para alguém: está proibido de tratar meu filho dessa maneira. Trate-o como se fosse seu, com todo o respeito e cuidado que uma criança merece. Se não puder, então não faça.

Tudo bem, mas como é que se faz para que a pessoa em questão cumpra?

(como é que se faz para viver sozinho????)

Certos tipos de bobos

Devo ter postado isso. Tem dois tipos de bobos: o dos que acreditam em tudo e e dos que não acreditam em nada.

Há um terceiro: pessoas como eu, que repetem algo que gostam até à exaustão. E que procuram logo outra novidade porque a última se esgotou rápido demais.

Comprei um sapato que amei. Lindo. Não é aquele vermelho que aguarda até hoje um momento adequado para enfim sair de casa, é outro. Gostei tanto que quando tiro deixo na sala ou no meio do quarto para que eu possa descansar meu olhar nele, como fazia com os quadros que mais gostava. Vou a tal ponto nessa paixão pelo dito sapato que quando sento cruzo as pernas e só olho para baixo. Balanço a perna todo o tempo só para vê-lo em outros ângulos. Na parada de ônibus, então... Faço pose o tempo todo. Se eu fosse uma foto, uma imagem, exibiria uma seta apontando para eles. Se eu fosse um mapa, a setinha do google cairia bem em cima deles.

Resumindo: quando coloco-os fico insuportável. Me achando. Mas pode apostar que me divirto. É…

Em maiúsculas

Passei no vestibular.

Com duas redações. Mas passei.
Agora em caps lock:

PASSEI NO VESTIBULAR!!!!

Marketing. Não é ótimo?