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Mostrando postagens de Setembro, 2013

Desapegando poucos

Como é fácil matar um amor...

Melhor do que receber flores

É alguém me presentear com minhas HQs favoritas, pôr um alarme no próprio celular para me lembrar dos remédios e trazê-los para mim. Tirar o lixo sem que que eu pessa, tomar conta da chave de casa, lembrar das datas (que esqueço todas as vezes), cuidar do meu sono, da minha saúde, da minha alegria...




Quanto mais de perto

sou vista, mais a distância aumenta.

Será

que algum dia, alguém mais vai entender o que eu digo sobre minha cabeça barulhenta sem achar que estou exagerando ou me fazendo de vítima? Por vezes isso é um problema e tanto. Deve ser para mais pessoas, acontece que elas preferem culpar o corre-corre do dia-a-dia, os filhos, o namorado, e não assumem que é a própria mente que as atormenta.

Assumida ou descontrolada até para os meus mais queridos sou um ser estranho.


Agora me diga

o que eu fiz para merecer ouvir música sertaneja no meu trabalho o dia todo e não poder usar um fone de ouvido?

random

Às vezes esse blogue parece um consultorio sentimental, um divã ou uma conversa de doido. Deixe que pareça, o fato é que meus três leitores sirão daqui "pró" em assuntos ligados à sanidade mental. Mas não é disso que vou falar hoje. 
Já sei do filme da série Millenium mas ainda não vi. Já sei que é a versão sueca e mais nada. Eu gosto daquela Lisbeth, mas a da Rooney Mara e bem mais intrigante. Por que ela é impressionante e lembro que fiquei completamente aturdida/intrigada por dias quando vi o filme. Se eu fosse bi, ou lésbica, ela seria meu sonho de consumo. 
Falando em gente impressionante, na gráfica onde trabalho é o lugar onde mais reúne gente de normal para feia se sentindo linda. É de chorar, a mocinha usa tanto blush que parece a Emília do Sítio, não se sabe o que é bumbum ou perna e sai por lá sensualizando. Tenho aversão. E já que estou no meu momento "julgamento" admito que gosto muito mais da gordinha que vi dançando uma vez porque essa não se achava:…

Meu anjo agora tem um nome

Fazem umas duas semanas, querido diário, que me "batizei" na umbanda. Nunca tinha pensado em fazer isso e foi uma decisão pensada por pouco tempo (quanta novidade nisso...). Enfim, sou a mais nova batuqueira da face da terra.

Passei por uma fase horrível, e quando estava completamente perdida (como odiava estar perdida..., pois sempre fui muito consciente de tudo) foi na umbanda que encontrei equilíbrio. Pelo menos para as coisas mais práticas da vida. Meu pensamento e minha forma de agir continuam sendo de uma espírita, mas minha mãe Iansã tem trabalhado muito por mim.

Mesmo sendo desse jeito impulsiva, geralmente, do verbo "sempre" sou bem consciente de tudo o que faço e tenho sempre muitas expecitativas e quando entro numa situação é com meu papel bem definido. Em geral é assim, mesmo que depois veja outras possibilidades, como mudança de cargo ou de emprego, quase sempre sei o que vou fazer e o que me proponho. Não nesse caso. Estou meio cega nisso.

E mesmo ceg…