Postagens

Mostrando postagens de Fevereiro, 2010

Diálogo curto

Meu filho tentando me repreender:
-Mãe, bota a bola para baixo!

(querendo dizer "mãe abaixa a bola", rsrsrs)

Vê se eu posso com esse atrevimento!

Outra dele:
-Levanta os braços!

Virei para trás, estava ele com a pistolinha d'água apontada para mim. Estava me detendo, ou queria me dar um banho começando pelas axilas?

Traduzida a expressão do menino, seria "Mãos ao alto!".

Dualidade

Gosto de guardar segredos. Não importa de quem: meus, de outros, banalidades, coisas importantes. Sei de coisas fundamentais, relevantes e as mantenho guardadas só pelo prazer de silenciar.

Me sinto muito mal quando falo sobre minha vida, sobretudo se tiver qu falar de problemas. Também não gosto de falar dos meus planos das ideias e das minhas impressões. Só mesmo quando é necessário fujo à essa regra.

O desconforto é tremendo, se alguém lê meus rascunhos, anotações, desenhos. Se alguém, mesmo que por acaso, vê o que guardo na bola, então... Minha mãe, quando está aqui em casa, não abre meu armário, mesmo que eu não esteja. Ela se coloca no meu lugar. Eu fico tensa, se alguém lava a louça aqui em casa, se faz uma comida, por que vai ver a maneira como eu guardo tudo. Chega a ser chato, vai além do desejo de ter privacidade.

Eu reconhecia que aquela gente da outra cidade onde eu morava era antipática, mas adorava o anonimato que isso permitia. E me divertia imaginando o que pensavam a …

Descoberta

Postagem que deveria ter a tag "como é que não pensei nisso antes".

Descobri uma nova forma de meditar! E de se concentrar! (só quem não consegue esse segundo, é que sabe o quanto é bom, o quanto faz falta quando não conseguimos)

Musica!

(uma vez eu ouvi falar em dançar de olhos fechados, mas tudo o que consegui foi dar muita risada depois de ter me sentido idiota)

Brincadeiras à parte, tente.

Não querendo seguir meu conselho, tudo bem, mas use filtro solar.

Se a música do post abaixo me deixava feliz...

Esta, então...

Isso me deixa feliz

Não sei por que ainda acompanho essa discussão

Sobre o BBB.

O que eu vejo, é que as pessoas vêem o aquilo que querem ver, da forma como preferem. Diante do carisma (na falta de palavra mais adequada) dele, os outros ficam esquecidos. Comparam dourado a Hitler.Só porque ele tem uma suástica? (os punks usavam é por pura provocação, não eram à favor da causa).
Mas que mania que essa gente tem de levar tudo ao pé da letra...Isso é ser superficial, e issso eu não consigo respeitar.

Acho o seguinte: quer entrar numa polêmica, esteja bem embasado, use argumentos beeem consistentes, seja coerente! Mas antes, abra a cabeça! Ou terá uma visão localizada das coisas, e por isso, argumentos infantis. E eu, numa discussão sem esses termos, não entro, me sentiria idiota.



Um dia consigo explicar porque essas discussões me irritam tanto.

(acho que é por causa dessa superficialidade, desse julgamento tendencioso, dessa mania de ver as pessoas como se fossem caricaturas, que esse assunto me irrita tanto. Esquecem que quem está confinado está sob uma …

Don't worry!

Frase dita àquele que perdeu o prazo de entrega da declaração de I.R, e se f* por causa disso.

(hoje é o último dia, para pessoas jurídicas)

Pode ser down, mas é lindo...

Enigma, sempre.

bolsas

Imagem
Miss Murder, foi uma dessas que você viu no colo da senhora?
mais sobre esse tipo de bolsa, aqui.

Curioso

Vi aqui a foto de alguns de meus ídolos em tempos passados.

E eu que pensava que era a única feia quando criança...

Eu ainda não entendi

Como é que funciona um 0800 para deficientes auditivos?

(tem na fatura do cartão, eu vi, sim)

Achei interessante (e me fez esquecer um assunto que me tirava a paz)

Amadhonas da minha dolce vita!

Ontem eu comecei esta humilde introdução à terapia com Florais de Bach, e hoje venho para falar da segunda parte do sistema desenvolvido pelo médico inglês para tratar e trabalhar as enfermidades de forma sutil e real: vamos conhecer os 07 Auxiliares?

Os Auxiliares são utilizados nos tratamentos de doenças crônicas, aquelas enfermidades das quais nós já nos acostumamos e por isso parece um mal consolidado no nosso ser, que nem lutamos mais para erradicar. Trata da forma como aprendemos, durante a vida, a lidar com os obstáculos que aparecem e, por ser um ato repetitivo e geralmente não consciente, pode abafar o nosso Eu verdadeiro.

São eles:

Ulex Europaeus
Gorse. Utilização e sintomas: Ausência de esperança, resignação, desistência diante de doença longa e persistente. Para quem deseja esperança, otimismo, fé na vida e em viver.


Quercus Robur
Oak. Utilização e sintomas: uso excessivo das forças, não consegue desistir mesmo esgotado, resistência desesperada. Par…

My brain que não me dá alívio

Hoje estou passando por mais um teste. Na verdade, a ritalina no meu corpo.

E, hoje constatei, que ela não é infalível. Assim como diminui o fluxo de pensamentos, aquela storm que eu estava acostumada, diminui também a criatividade, e com ela, as saídas estratégicas.

Tive, com minha chefe, um diálogo dos mais deprimentes acerca de uma ligação que fiz. Traduzindo foi algo como, ficou a palavra dela contra a da cliente que eu tinha ligado. E me deu as indevidas, desnecessaŕias explicações, como se eu tivesse acreditado na cliente. Ah, e achou que eu poderia ter dito outras coisas, que por questão de ética omito agora, ignorando que a cliente não me deixou falar! Também fiquei desacreditada.

Tenso.

E continuo, tanto que estou escrevendo à respeito. E, olhe que não se trata de falar por ser impulsiva, tomei meu comprimidinho há algum tempo! Fiquei meio confusa com a semimijada que levei, e é um fato que um dda admite qualquer conflito, mas não suporta estar confuso.

Não sei lidar com esses …

Eu?

Eu não sei o quê tem de tão atraente em um determinado post do Cética, fora o texto do Millôr que fiz uso, que toda a sorte de virus e spam cai lá.

Mencionei alí, ó.

Mas não siga os links, tá?

cinco para o meio-dia

Peguei minhas coisas, olhei onde tinha deixado o dinheiro e me preparei para sair. Estômago dando uivos, e minha face, desbotada, ficando com uma cor diferente. Mais um pouco, desmaio de fome, pensei. Primeiro dia de trabalho, não deu tempo de comer.

Já tinha desligado o computador.

Estava apenas aguardando alguns minutos, quando chega meu patrão.

-Desligou o computador?
-sim, né, estou saindo para almoçar!
-Mas são onze horas! ahahah
-Putz, não tinha reparado que esse reloginho ainda está no horário de verão.

Sentei novamente no meu lugar, liguei o computador e fiz aquela cara de "nada, não".

(tentando superar a fome)

Privilégios

Bom, para ajustar a hora no KDE, é preciso acesso de root. Usuário com privilégios especiais.

Então tá, né. Por enquanto, continuo com meus provilégios comuns.

(já, já vou descobrir como é que eu faço para alterar isso, não quero ser usuário comum)

Quero ao menos, ver a hora na tela sem horário de verão!

Depois conto o mico que paguei por causa disso...

Atualizando o cabelo bandido

Depois do pseudoalisamento, cortei o cabelo.

Passaram-se alguns dias, cortei novamente.

Nesse final de semana, cortei outra vez.
Vontade de falar dá e passa, como a vontade de comer, mas o mesmo não acontece com a minha vontade de cortar os cabelos, mudar de cara.

Outra verdade absoluta: cabelo cresce. Tanto, que estou com o cabelo pelo pescoço.

(Não encontrei foto com algo semelhante para ilustrar.)


reparem que essa postagem não tem a tag "fiz e não saiu como o esperado".

Isso me deixa feliz instantaneamente

Manu Chao

Salve-me! O computador vai me engolir!

Agora uso o editor antigo. Hummmm, ele tem corretor ortográfico! Mas, riscar sobre as palavras, nem pensar! Tamanho da fonte? Também não.

Mas ao menos, não fica carregando eternamente e posso continuar postando sem maiores traumas.

Sim, traumas.

Até que o Blogger volte ao normal, continuarei nesse editor semgracinha.

E agora quem poderá nos ajudar? (sai, chapolim, assim tu só atrapalha)

Problemas com o editor do blogger. O campo da nova postagem, pegou a mania feia de ficar carregando eternamente. Cansei e desisti várias vezes. E olhe que para eu (parar de teimar) desistir de alguma coisa, não acontece assim tão facilmente, hein?

Agora, o editor (achei que tinha desistido de funcionar) está como o péssimo hábito de abrir só com 3 ou 4 botões. Nada de fotos (eu nem queria meeesmo..., fonte maior, menor, outra fonte. É isso que estamos vendo e deu.

Sim, tem que usar o editor antigo (cuja forma de habilita-lo, estou procurando até agora). Ou, usar outro editor de texto. Não quero.

Odeio quando a tecnologia faz com que eu me sinta uma idiota. Sim, porque sempre tem um espertinho que consegue num clique resolver o problema (que depois nem mesmo lembra o que fez) e se achar muuuuito superior aos que se enrolaram e não conseguiram. Bom, se eu tentar mais uma vez, descubro como é que se faz. Ponto.

Pretensiosa? Nem um pouco, nesse caso. Curiosa, talvez. Vim com uma dose exager…

indo...

mudar de novo, que esse modelo (mínima dark) não tem muitos recursos...

dieta, boa forma, boa aparência e afins

A julgar pela foto, parece que não emagreci uma grama sequer...

É culpa do ângulo.

Sobre as cores

Voltei ao visual antigo. Ou quase...

E acabei descobrindo isso:

bom, eu tenho um fraco por cantoras negras, eu acho...

ah, fazia algum tempo que eu não ouvia...

E que bem me fez...

Caroline Figueiredo

E eu falando mal dos intelectualóides, ate admiti que na adolescência fui uma. Mas tem pior: o tipinho meio pollyana, meio zen.

Mas com certeza, nem no meu maior (ou pior) devaneio fiz, ou disse algo parecido.

E acredite, eu vi todo.

ah, e encontrei a versão  dance!

Procurando, a gente encontra facilmente o original. É de rir e de chorar.

(reparem que o vídeo é velho, só agora eu vi, mas hoje ri muito)

Alguém aí, pegue tipinhos como esse, que tem inclusive a resposta para perguntas que ainda não foram feitas, amassa e joga no lixo!

Descoberta

Quando era gorda, descobri que vontade de comer dá e passa. Emagreci 21 quilos.

Agora, tenho constatado que acontece o mesmo com a vontade de falar.

sobre as cores

Tá bom, eu sei que o título e os links estão brigando entre si. Notei também que a cor do texto e a cor do fundo, jamais se entenderão. Sei lá, deu vontade...

Apliquei no blog um fundo que fica parado, mas como ele é uniforme, não dá para notar, só eu sei disso.

Juro que vou criar vergonha, e definir um template.

Por enquanto, deixo assim. Se me parece insuportável, faço logo. Amanhã, talvez.

Insisto. Não repara, eu falo sozinha.

(E, às vezes, posto aqui)

Vivo dizendo que se alguém quer me ver furiosa, indignada e p (lugar reservado para palavrões que resolvi omitir) da vida, é só mentir para mim.

Querendo me ver com os olhos brilhando me ofereça telas e tintas, um dos caminhos é atiçar minha curiosidade.

Me deparo com essas duas sensações hoje. Alguém mentindo, e meu senso de investigação no modo ligado.

E o que eu vou fazer quando descobrir a verdade? me desculpar (compulsóriamente, é claro, porque tudo indica que o ser em questão tenha culpa no cartório), caso tenha acusado injustamente. Ou, amaparar as vítimas dessa verdade, coisa que me parece mais provável que aconteça.

Eu desejo mais do que tudo, ter cabeça fria, mas é certo que não vou me omitir em nenhuma das situações. Mesmo se descobrir que é tudo um grande engano.

Olha, quem deixa margem para que duvidem de si, merece mesmo, ser suspeito.

Deveria ter escrito em maiúscula, essa última frase, acredito mais nisso do que naquela frase que diz que a verdade …

concluindo

Como posso ter algo contra quem  nem conheço? Da mesma forma, e partindo do princípio de que não sou a única a pensar assim, não tenho o menor medo de desconhecidos.

Certo?

Paz, então.

coisas de mãe

Meu filho tinha a irritante mania de correr na minha direção, e quando estivesse bem perto, junto, estacionava dando um pulo.

-Para, gui.
-Para, gui.
-PARA, GUI.
-Guri, tu para agora (já falando baixinho, que intimida muito mais).

Não adiantou. Aí, tive a mais surpreendente das idéias e a pus imediatamente em prática.
-Gui, vamos lá na área com a mãe. Saí correndo, peguei toda a velocidade que pude e dei um pulo na frente dele.

Ele chorou.

Agora ele não para um minuto de falar. Emite todo o tipo de grunhido. Canta. Fala cada vez mais alto. Faz cada som com a boca...

Dia desses, eu gritei. Deu certo.
mas e os grunhidos?
Hoje lembrei de uma coisa: quando era criança, disseram para mim que a Lúcia não tinha cabelo, era uma peruca.

E eu, ingênua, acreditei. Fiquei com pena dela e tudo. Me perguntava porque é que ela nao tinha escolhido uma peruca mais bonita,e achava, na minha opniãozinha infantil, que os grampos que ela usava, além de serem uma ousadia para quem usava peruca, a deixavam ainda menos bonita. Naquela época eu não admitia que alguém fosse feio, a pessoa desprovida de beleza, era para mim, muito simpática, cheia de talentos, e menos bonita (um tantinho só) que as outras (mas já me recuperei de tal insanidade).

Uns tempos depois, perguntei para uma sobrinha dela, e soube que era cabelo o que ela carregava na cabeça,  e que a história não tinha o menor fundamento. Que micão! Isso, foi para eu aprender a desconfiar.

Ingênua e pollyana.

Ainda bem que cresci, me tornei cética, crítica e mais realista. Hoje, não tenho mais pena dos feios (questão de ponto de vista) e não mascaro defeitos com qualida…

Minha barriga dói de tanto rir!

Estava eu bem querida, navegando/mergulhando na internet antes de pôr minhas calças quadradas e me jogar no trabalho quando...

Alguém não gostou da minha opnião. Até aí, tudo bem. Não há mal nenhum em não concordar, mas a dona do blog se sentiu ofendida, e resolveu se debater. Bom, eu não sou de deixar mal-entendidos, gosto de tudo às claras, principalmente quando algo parece que não está bem. Eu tenho esse defeito, e dei vazão a isso, recomentei. Para que ela relaxasse, estava tensa.

Fim.

Naquele momento, até comentei o ocorrido no Cética. Bobagem. Acho que a ritalina não tinha feito efeito ainda.

Mas que foi engraçado, ah isso foi!

(eu não perco um minuto de sono por não concordarem comigo)

Dreaming...

Normalmente, quem está em casa, ou chega primeiro, esquenta o almoço, certo?
Pois é. Hoje, meu marido chegou, e eu estava na cozinha descendo pelo corrimão da escada sem calcinha não, né aquecendo o arroz. Mais difícil do que providenciar comida à jato, foi fazer cara de que estava concentradíssima, que fazia horas que estava ali, em frente ao fogão.

Segundos antes da chegada dele, estava eu a ver uma reportagem sobre chapéu e imaginando quando daria uma volta de barco, tomando um drink bem colorido, superelegante de maiô e saída, chinelinho fashion, segurando meu chapelão.

ah, me deixe divagar um pouco... não fala nada, não.

Onde é que eu estava com a cabeça?

Bom, ao menos eu não quis deliberadamente ofender alguém na sua própria casa.
E também não ofendo, nem nas entrelinhas quem vem até aqui. Se o fizer, o farei claramente.

Imagine... Estava eu no sossego no meu lar, navegando, antes de começara trabalhar, bem consciente da minha insignificância, quando... UÔPA! vi que alguém nao gostou do que eu tinha dito. Se entendeu ou não, isso é outra história.

(e pensar que eu seguia esse blog... onde é que eu estava com a cabeça quando decidi seguir um blog onde porra aparece já no nome? eu considerei, que além de discutível, incluir um desbafo/palavrão no nome é um ato escrachado, ousado, por isso gostei)

E a vidinha segue...

Nooooossa!

Imagem
Emiti uma opnião discordante num blog e recebi uma resposta, que, bom, vejam vocês mesmos.

Isso aconteceu no Te amo, porra.

O post:
Terça-feira, Fevereiro 16, 2010estou farto de semideusesOnde é que há gente no mundo? *

(*Poema em linha reta)
Em todas as edições eu só chorei em dois paredões.

A primeira vez no BBB8, com Doutor Marcelo ficando e Juliana saindo. Eu torcia loucamente para o Marcelo, mas ali eu achava que era ele quem sairia. Todo o discurso do Bial de leproso e tudo mais, eu chorando pela perda e de repente, surpresa, Juliana que saiu. Das lágrimas ao riso.

E hoje. Com talvez a participante que eu mais gostei. Não sei se bate Jean Wyllys, pois ainda é recente e a emoção sempre fala mais alto. Hoje foram lágrimas de decepção. Não sei explicar direito como um programa consegue mexer assim comigo, não sou Dona Chupa que vê novela e torce. Só acho tão triste Elenita sair e ficar pessoas como Lia e Anamara. Acho tão triste a Elenita ser julgada como "a chata" ou criticada…

Esclarecendo

o asterisco do post abaixo:

Sei o que é segmentação de mercado. Sei também, e não é privilégio meu, o que é público alvo. Sei também, o valor do "se identificar" com uma situação, algo ou pessoa.

O que desconfio, é que é preconceito achar que produto de limpeza só é comprado por mulheres. (Já viram um homem num comercial de detergente). Há rumores de que homens também limpam a casa (e me parece que por opção, já que amarrado ninguém consegue, e apontar uma arma para o sujeito que limpa o chão, dá mais trabalho que fazê-lo e causa dor nas costas por causa da postura). Reza a lenda que um determinado sujeito, enche o congelador de carne e o armário de detergentes, dos mais variados tipos.

Acontece.

E os publicitários que criam as campanhas para esse tipo de produto, devem abrir os olhos.

eu alucino ou os comercias estão ficando ainda mais bobos

Principalmente, os destinados à mulher. (*)

Hoje cedo, vi algo bizarro num comercial de Veja, limpador com cloro e anti-mofo, ou algo assim, sei que é para tirar o limo da parede.

Uma esquizofrênica dançando alegremente e dando roudhouse kick de costas para a parede. Na sequência, a sombra dela, irmã gêmea falecida, espectro de alguém parecido ou seu avatar, não sei bem, pergunta se ela não vai esfregar, ou pede que o faça, não lembro bem. A nossa amiga, diz que não precisa, que o detergente faz sozinho. OK. Enquanto uma voz diz: menos tempo na faxina, mais tempo para você, ela continua na dança-luta em pleno ambiente que deveria ser limpo.

Perguntas:
era uma dança?era divertido? Necessário? Não sei...o que era aquilo que falou com ela?não precisando ficar enfiada no que me pareceu um banheiro, ou área de serviço, porque ela não saiu?e a pergunta que nao quer calar: de quem é aquela voz, que resume e complica as coisas nos comerciais?Bom, publicitários e clientes de publicitários: não me …

Sobre palavra-chave

Incrível a variedade e bizarrice das palavras-chave que direcionam as pessoas para cá.

Eu não sabia se Michele Loreto tinha peitões, se posou nua ou o quê. (momento morridiri)

Não sei como uma pessoa deve agir para não parecer gay. Mas fiquem à vontade, talvez possa ajudar de outra maneira.

Sei como disfarçar choro e evitar olhos inchados... Serve?

Mais uma da minha mãe

Contei no traduzindo que minha mãe perseguiu até conseguir alcançar uma tartaruga. Duas vezes.

Todos conhecem clima de velório. Uns choram, outros reencontram amigos, outros, tentam conter o riso.

Durante um velório, toca a celular da mãe e o toque era: "como é bom estar com vocêeee".

Diálogo curto

Esse quem presenciou foram meus pais num velório:

-Eu quero ir junto com ele! (chorando, chorando muito, soluços e tudo. O "ele", era o falecido, pai da mulher que chorava.)
 Pausa.
-Na Kombi...

ah, agora o pessoal relaxou...
O post que segue deveria estar na categoria "recebi por e-mail". Mas aqui não tem categoria.

Lá vai:
É culpa do sacristão. Avisos de mural das Paróquias Para quem não sabe, AVISOS PAROQUIAIS são aqueles fixados nas portas de Igrejas Católicas, todos eles reais, escritos com muito boa vontade e, “eventualmente”, com má redação.
Vejam algumas pérolas:
AVISO AOS PAROQUIANOS:
1)”Para todos os que tenham filhos e não sabem, temos na paróquia uma área especial para crianças.”
2)“Quinta-feira que vem, às cinco da tarde, haverá uma reunião do grupo de mães. Todas as senhoras que desejem formar parte das mães, devem dirigir-se ao escritório do pároco.”
3) “Na sexta-feira às sete, os meninos do Oratório farão uma representação da obra Hamlet, de Shakespeare, no salão da igreja. Toda a comunidade está convidada para tomar parte nesta tragédia.”
4)“Prezadas senhoras, não esqueçam a próxima venda para beneficência. É uma boa ocasião para se livrar das coisas inúteis que há na sua casa. Tragam os …

O que aconteceu com ele? Uadafarréu ele está ouvindo?

Bom, não é segredo (nem haveria de ser), que o pai do meu filho é alcoolatra. Pois é. Depois que vim embora, ele até andou comemorando bastante teve algumas recaídas, mas está sob controle.

Cair na bebida, eu entendo, o que não me entra na cabeça, é como uma pessoa que gosta de rock consegue ouvir música sertaneja. E pior: ele gostava também de punk, metal e suas derivações, e decididamente trocou por sertaneja e essas bandas que nem direito os nomes.

Costumava rir dos emo, dos adolescentes se achando, do fresno e cpm 22. Achava meloso. Gente, ele poderia ficar sóbrio, usar até a camisa para dentro da calça e nunca mais usar tênis, mas essa mudança de gosto musical era inimaginável para ele! E agora, posso imaginá-lo cantarolando "chora, me liga, implora meu beijo de novo"!

Sei que deve ter leitor querendo me apedrejar. Fiquem à vontade. O que está em questão não é a qualidade da música. Podem falar mal do que ouço. But... Jesus...Não sei para onde esse mundo vai, não entendo c…

Matando a saudade

Ah, como é bom um estoque de House... Ontem, vimos dois episódios. Eu estava com uma saudade que nem mesmo sabia.

E agora, devidamente ritalinada, podendo observar com mais calma, sem interromper toda hora, sem ser invadida por inúmeros pensamentos, muito melhor!

Mas num dado momento, não pude deixar de me identificar com tamanha acidez. Acontece, que eu não sou personagem de seriado. Sou da vida real, portanto... me sinto compelida a guradar meus comentários para mim.

Olhar sobre Avatar

Achei que Avatar, se resume a uma história de amor, com ingredientes diferentes. Tudo bem. Incrivelmente azul, brilhante, coisa que relevei porque gostei da ideia em si. Eu moraria lá. Quanto ao enredo e seus componentes, não sei até agora para que serve o tal mineral, mas não fez falta saber. Não sei como os humanos chegaram lá e porque (ao menos eu não vi mensão nenhuma sobre isso). Também não ficou claro como acabaram com o verde da Terra, outro detalhe que não fez diferença. Como a ficção não se sustentou, não se justificou, continuo a pensar que é um filme mais romântico, mais aventura, do que outro gênero.

Os efeitos são incríveis!

Ao contrário do que andei lendo, eu gostei do mocinho. Mas acho que Sigourney Weaver foi uma escolha óbvia demais para o papel. Foi como chamar Ana Paula Arósio para novela de época e Anthony Hopkins para demente.

A atriz que faz  a mocinha, impecável. 

Quanto à trilha sonora, eu sempre me iludo. Poucas vezes, em poucos filmes, me surpreendi. Isso vale …

Enquanto isso #3

Aguardando a hora da minha filha, no consultório, ouvindo a conversa das secretárias.

- A maioria dessas pessoas que vem aqui com celulares de última geração, trabalham nas lavouras de fumo e compram o aparelho parcelado em milhares de vezes.
-Sim. São esses que depois vão lá no "Borsa" pedir ajuda, quando termina a safra.

Borsa, é o Bolsa Família, e elas sabiam do quê falavam, trabalham numa cidade pequena, onde tudo é integrado.
Minha mãe pegou alguém no flagra: alguém que estava lendo um dos blogs e emitindo "mas que horroooor!". Eu imagino a cara de "uada faquin reu is dis?" da moralista em questão.

Claro que encheu minha mãe de perguntas sob a máscara da solidariedade, do interesse por me ver feliz. Somos (éramos) amigas, alguém que gosto muito. Fui teletransportada para uma outra vida, da qual ela não faz parte, mas sempre que visitava a minha mãe, nos víamos.

Minha mãe que não navega na internet (por enquanto, vou providenciar para que isso aconteça), não sabia do que ela falava. Mas sabia o que acontecia comigo, não entendeu o espanto da outra e acabou ficando preocupada.

Minhas observações:
não sei o que ela viu de tão grave aqui, terá sido um plano para matar o presidente ou para explodir uma bomba no aeroporto? Pesquisa genética? Roubar o boné de um transeunte inocente/insolente? se estivesse mesmo preocupada, ligaria para mim. Mesmo que despretensiosamente, só para sentir o clima e …

Pegaram um post para cristo

Não sei que palavra-chave maluca é que estão digitando e encontrando um determinado post do cética e acética. Mas está cheio de comentários de anônimos com links que não me dei ao trabalho de entrar.
O referido post, tem um texto de Millôr, com um certo azedume que eu gosto muito e me identifico. Acidez, não quer dizer mau humor, é ver as coisas como elas são, observando os dois lados da moeda, o bom e o ruim.

Ser ácido, é ser mais intensso. Esperimente diluir o azedume: pouco se nota. Agora, tome puro: sim, é azedo, verdadeiro, essencial.

 Traduzindo: assim é para mim.
 Traduzindo: assim sou eu.


Bom, o nome do blog justifica não entrar nos links: cética.

Alguém aí tem uma calça marrom (quadrada) e uma blusa branca para me emprestar

Porque continuo obcecada por trabalho feito bob esponja.

beyonce

Eu já disse que adoro os vídeos de pessoas se contorcendo feito minhocas e fazendo gestos estranhos dançando I am a single lady?


Ela dá um show, certamente, mas a coreografia é de alto risco, é fácil fazer de forma patética.
traduzindo:

ando precisando de uns ajustes, como já ficou claro em muitos posts, mas ainda assim, não perdi a vontade de rir.

às vezes, no maior sarcasmo, é verdade.

O cética e acética deveria se chamar sarcástica e irônica.

Passa lá em casa!

traduzindo para o meu hebraico:, meu outro blog.

finalmente!

A estratégia que eu tenho adotado para evitar discussões maiores tem dado certo.

Consiste em evitar as menores. Assuntos como meus pais, meu lado workaholik, falta de dinheiro, remédios, alergia da mariana, rinite do gui, febrezinha dos dois, a casa e os problemas que encontro nela full time, o fato de não relaxar nunca, coisas  imediatas ou perenes, e outras que nao vou citar (o rol já está grande), são resolvidos unicamente por mim.

Muda, ainda. Nem uma palavra com meu marido sobre o que me aflige. E também não pergunto nada, nem por solidariedade. Ele fala quando quer, estarei ouvindo.

O ônus, é a impressão de falta de diálogo. Mas que disse que diálogo tem que ser em volume mais alto e de forma mais contundente?

Vou resolvendo sozinha. Eu tinha pego a mania feia de despejar as palavras em cima dele. Agora, penso beeeem antes. Escrevo. Penso de novo, escrevo mais um pouco, deixo como rascunho, posto ou não e opto por ficar na minha, geralmente, com a questão já resolvida.

Exatamente co…

Durante a noite

Levei um soco na costela.

-Clóvis tu me deu um soco!
-Claro. Tu fez assim em mim!

O "assim", eu não sei até agora o que é. Não vi, eu estava de costas para ele, tentando superar a dor, encolhida.

Sorte dele, que eu vi que era sonho. Sorte dele, que eu estava bem acordada, e pude perceber que não era por mal. Notei, inclusive, que não se tratava de uma tática de sedução.
Ou, eu poderia ter revidado! (nos dois casos)

Enquanto isso #2

Minha mãe pegou uma tartaruga na corrida! Duas vezes!

Uma no campo. E a outra, mais difícil, na lavoura de milho.

Depois disso, a tartaruga mordeu o dedo que minha irmã tinha enfiado na boca dela. (disse que tinha sido um cascudo de asa, até hoje tentamos descobrir do que se trata o tal bicho)

Isso, foi há muito tempo.

Anos depois, encontramos uma tartaruga novamente no campo. Meu pai teve a ideia de dar uma carona para a bichinha.

Horas depois, encontramos ela indo na direção do lugar onde tínhamos a encontrado.

Bom, acho que a atrasamos um pouco...

Enquanto isso #1

Minha filha começou a sagazinha dela entrando numa bacia e ficando entalada. No início ela gostou, mas quando percebeu que não poderia sair sozinha...

Depois, sentou numa caixa. Não sei como, mas esticou as pernas e tudo!

eutenhoimagens! piadinha interna.

E a última: tentou fazer o mesmo num pote de margarina.

como assim?

Nas embalagens de cetrtos produtos, tem um 0800 específico para atender deficientes auditivos.

Não sei qual parte eu perdi, mas não estou entendendo.

Pedido

Torçam por mim. Desde já, agradeço a quem tem me incentivado.

A esses, o meu maior sorriso, um abraço.

Hoje vou para minha última consulta. Espero sair do consultório com uma solução. Já sei que antidepressivos não são indicados,  não tenho mais depressão. O que sobrou, depois de bem peneirado, foram os sintomas do dda. Uma vida inteira vivendo como se fosse inadequada em todos os sentidos, resultou nisso que vocês tem visto.

Bom, já que não encontrei em mim o que procurava, espero ter, no mínimo, um insight.

Só uma pequena correção

A minha tristeza não é por ter duas crianças, nem por ter que trabalhar feito uma condenada. Nem por ter um marido que não me entende de fato (esse tempo já passou e durou bem pouco), e que já perdeu a paciência. Tampouco por desafios que a vida apresenta.

tudo isso são presentes, I know.

o que me tira do sério, é constatar o meu estado diante dessas coisas todas.

Não me falta visão positiva da vida: falta, é algo em mim.

(aquilo que eu disse brincando que era um vírus com cara de antivírus, era mesmo, eu nem deveria ter entrado no blogguer)

Querendo rir, fique à vontade, não me ofendo, não.

Vim aqui falar um pouco, para ver se melhoro, se desabafo. E vou fazê-lo. De antemão aviso o leitor que se não quiser se aborrecer, se entediar, ou ficar revoltado, o xis para fechar, está alí, ó. Ninguém é obrigado a ler o quê não quer para depois sair reclamando que não gostou do conteúdo.

Já amigos, são bem vindo. E por aqui, tenho vários.

O faço no blog porque gritar é falta de educação, se chorar, terei que fazê-lo sem que as crianças vejam. E não quero chorar. Não tenho um amigo (desses em que se pode tocar) que me entenda, ou no mínimo escutar sem apontar um dedo para mim ou me julgar. Assim não quero. Faço alguma ideia de onde eu erro (o suficiente para me deixar lá embaixo, sou bem consciente), e o que eu quero e pôr para fora. Just. Mais nada.

O assunto que me deixou p*ta foi o seguinte:
cenário: casa bagunçada, coisas atrasadas por fazer. Hoje eu descobri que tinha linguiça numa sacola, atrás de nem sei o quê. E não sei o que fzer com ela. Alguma sugestão? Olha a educação...

Te…

Em silêncio

Estou aqui.

Mas não tenho nada para dizer não...

(não quero falar de velhos problemas, amanhã tenho médico, pela última vez. Ainda vou ter que admitir a bobagem que fiz jogando minhas pílulas de mulher sob controle nova.)

Hoje se encerra um assunto que me tira o sessego há algum tempo. Bom, espero.

No mais, tudo correndo como normalmente: boas risadas, carinho, oscilações de humor e de concentração (I hate it),muita leitura, descobertas e trabalhando  todo o tempo, workaholic feito bob esponja , diferindo apenas quanto ao amor pelos instumentos de trabalho.

Mas não estranhem se eu contar que amo uma espátula e um avental.

(na pintura, os dois são usados)

(desconfio que isso aí nessa janelinha que não responde e também não avança, não é demosntração de antivírus, é o vírus disfarçado. Nunca vi coisa igual, um saco, os botões habilitados correspondem às opções que não quero! Se o ataque for mortal, espero que seja rápido e indolor.)

se eu tivessa a barriga da nana gouvêa,

ou qualquer outra desfilável saradérrima, precisaria alardear o quanto sou inteligente.

como não tenho, fica claro que sou um crânio! Certo?

(ironia mode on, com botão travado)



(eu disse que ia ficar muda, não disse que ia parar de escrever)

cabelo bandido

Faz tempo que não falo no cabelo.
Danuza Leão assumiu em plena revista Cláudia (sem medo de parecer mulhersinha, leio sempre que posso, sim), que são grandes os problemas que ela tem com o cabelo.

Eu, até que não. Sou bem desencanada quanto à isso.

Cortei.
Uma vez, fiquei quase assim. Mas como tenho senso de ridículo, tratei de cortar a franja e dar uma escovada.  O resultado foi esse aí do link anterior, só que loiro. Tempos idos. Junto com os quilos extras ( 7, depois da segunda gestação). Comemoro isso, feliz da vida.


Meu visual agora já não é rebelde, está assim, só que um pouquinho mais comprido.

E eu que não queria ser etiquetada como alguém que só vê o lado black da vida

foi só o que fiz nos últimos tempos. E envergonhada, claro. Mas estaria mentindo e fazendo tipo se só falasse de coisas cor-de-rosa nesse período.

Definitivamente, não era o caso.

Mas por sugestão do meu marido, vou enumerar todas as razões que eu tenho para ser feliz. OK. Talvez não seja bem isso. Vou enumerar o que tenho de bom em mim, que não admito faz tempo, porqe não aceito e não vejo.

Minha filha, que tinha parado caminhar, recomeçou ontem! Meu filho é o mais educado da face da terra, num apanhado geral. Mas continua com os barulhinhos irritantes, e por enquanto, não sei o que fazer, tentei de tudo. Mas ele é querido. Ponto. Vou focar nisso agora.Falei com a mãe hoje. Ficou de me ligar mais tarde. Mais tranquila. O problema em si, e que já comentei aqui, não consigo resolver fácil. Mas parece que momentâneamente está tudo bem. Fiz coisas que gostei bastante e tenho contemplado meus quadros (indício de que gostei do que fiz, ou não penduraria na parede). Nesse ítem, duas alegrias, …

E agora sim, radiante

Lembrando que os títulos só fazem sentido se lidos do fim para o começo.

Frases de BBB

"Brothers vem e vão, apenas o Pedro Bial é eterno."
Daniel Zanula

"Não é o público que vai decidir, é Deus."

"Tenho alguém lá fora.

"Não jogo, não faço parte de panelinha e pretendo ser amigo de toda essa galera maravilhosa e do bem."

"Muita sorte pra você, és uma pessoa iluminada que vai brilhar muito lá fora, essa casa já tava sendo pequena para o seu talento."

"Não pretendo seguir carreira de atriz ou modelo, quando sair daqui vou retomar minha vida normal."

"Ah! Só se fosse por (x)entos mil reais, preservo minha intimidade. (Sobre posar nua/nu)."

"Essa semana vai ser punk, esse paredão vai surpreender muita gente."

tentando mudar de atitude, ainda usando frase alheia

(e olha o quilate do alheio!)


A alegria está na luta, na tentativa, no sofrimento envolvido. Não na vitória propriamente dita. (Mahatma Gandhi)

(mesmo com as unhas machucadas de tanto arranhar a parede desse buraco que estou dentro)

Um pouco mais alegre, agora usando frase alheia

A ação nem sempre traz felicidade, mas não há felicidade sem ação. (Benjamin Disraeli)

(bom, segundo esse rapaz aí, estou no caminho certo)

Lamento

O que eu tenho para dizer não vai fazer ninguém melhor nem mais feliz. Cúmplice, talvez.

I'm tired

Cansada de uma coisa da qual não poderia desistiri

(mais um dia praticando a mudez)
(eu estou tão perdida, tão confusa que não sei por onde começar)
(mas não sou imatura, não)

Let's go!

(um dda, não aceita de jeito nenhum estar confuso, e faz qualquer coisa para deixar as coisas mais claras)

E o oscar vai para...

mim!
que aprendi a dissimular totalmente quando nao estou ouvindo.

ah, e fazer cara de "nada, não".

e principalmente fingir que certas coisas não me incomodam. É, fingir somente, porque eu tenho muita vontade de fazer algo à respeito dessas "coisas".

George clooney olhou para mim, sorriu, conversamos...

Marcamos um chimarrão, qualquer dia desses. Vou escovar os cabelos, fazer as mãos, pôr um perfume e um vestido. Ah, e um salto! Sim, para tomar um chimarrão ( já dormi de salto e não estava bêbada). Vamos conversar por horas, e acabar gostando mais de nós mesmos. Quando eu estiver suprida de conversa interessante, natural, e cansada de me esquivar dos beijos insistentes, irei embora.

(aproveitando que me sinto só)
(solidão, razão do meu silêncio, e o primeiro passo para a sanidade)
(já que tem certos problemas que vou resolver sozinha, querendo ajuda ou não, aproveitarei para exercitar minha independência)

Assim não dá!

Estava esboçando um texto sobre otimismo (sim, acredite),quando percebi que fazia horas, e não conseguia terminar um parágrafo, interligar as ideias.

Como acontece todo tempo. Criança chorando, não quer dormir. Calorão do inferno. Concentração? Quem me dera.

(Já aviso, para não afugentar o leitor, que o pulo do gato está logo mais abaixo, no final do post.)

Tem ontade de chorar, de correr, de sumir. Isso passa, mas os momentos de alívio, tem sido extremamente raros. Queria ver alguma coisa realizada, a casa limpa, brincar com minhas crianças sem pensar em tantas outras coisas urgentes durante, trabalhar, ficar bonita. Viver! Viver o agora, porque eu tenho vivido o passado, o que fiz e deixei de fazer, e o futuro, apreensiva e culpada.
Mas eu não consigo pentear meus cabelos, não encontro nem as borrachinhas para que eu possa prendê-lo. Vergonha por não saber onde estão as (mal)ditas borrachas. Ainda não cosigo tomar meu café todo até as onze da manhã.

Fracasso. Incapacidade.

Aí, eu desabaf…

Essa cética que vos fala

Eu tinha jurado nunca pôr os pés numa terreira. Não por preconceito, era somente uma crença que foi mudando aos poucos. Além disso, além do espiritismo (que para mim é um fato, uma filosofia), não seguia religião alguma.  Acabei indo com meu marido e meus filhos num toque de tambor. O meu engano, era achar que os orixás escravizassem os filhos. Não, eles colhem o que plantam. E isso acontece dentro e fora da Umbanda.

Quando começou, me arrepiei toda e um nó se fomou na minha garganta, depois uma súbita alegria. Lindos, o toque, as músicas, e o ritual.

Todas as sextas, ouvimos o movimento de um centro aqui perto de casa, mas não sei exatamente aonde. Mesmo não tolerando barulhos repetitivos, nunca perdi a paciência com o toque do tambor deles. Ao contrário, fico imaginando o que acontece lá.

Meu filho, dda zinho, se cansou do tambor e do volume logo depois de ter chegado. Encheu a cabeça. Isso não acontece comigo porque de percurssão, eu gosto muito, além disso, tinha todo um significad…

Diálogo curto

- O que é aquilo embaixo da pia?
-Copos.
-Superstição?
-Sim, para encontrar coisas perdidas.
-Dois?
-No caso, carregador do celular e o controle do portão.

(incomunicável, presa em casa, e procurando um buraco para me enfiar)

Cheia dos rótulos

Basta um ato repetido algumas vezes para que sejamos rotulados (sem merecimento), e um tempo muito grande para desfazer a imagem que insiste em ficar.


Coisa que não vejo ninguém questionar:
É um ato isolado?
Uma fase?
Uma nova postura, talvez?
Vai passar?

Ah, se vai... Mesmo que eu leve anos, ou nem tenha tempo de provar que a mudança já começou.

Bom, a gana move mais o mundo do que qualquer outro sentimento.

Assumo

Eu tenho, sim todos os sonhos do mundo em mim, como Fernando Pessoa. E quero mais do que liberdade, algo que não tem nome, como Clarice Lispector, que vivo citando.

E minha cabeça, não me dá sossego.

(jamais terei uma doença grave, já fui presenteada com um cérebro desses, a vida não seria tão cruel comigo.)