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Mostrando postagens de Maio, 2011

Nem Freud

Lendo à maneira quero ver só as letras grandes, assim superficialmente num blog amigo (pretendo reler com mais calma) já que tenho pouquíssimo tempo lembrei de uma coisa: do trabalhinho do Gui para me dar no dia das mães.

Constava:
Se minha mãe fosse um sentimento: ele fez a palavra amor e um monte de corações;

Se minha mãe fosse um animal: uma enorme girafa. Mas eu não passo de 1,60 e nem sabia que ele sabia desenhar uma girafa tão bem;

Se minha mãe fosse uma fruta: limão. Com folha e tudo.

Se minha mãe fosse uma cor: marrom. Pasmei.

Se minha mãe fosse uma palavra: legal. Escrito de várias formas inclusive com u no final.

Achei fofo. E revelador. Mas a parte da cor, alguém me explica?
Gosto daqueles avisos nos toalheiros de papel dizendo que duas bastam para secar as mãos.
Sim: um para se esfarelar antes mesmo que toque na mão molhada e o outro para remover o primeiro.

Duas bastam e saio batendo as mãos nas calças para secar.
Ironia no modo ligado. Sorry.

Oi?

Três dias sem tomar meu sossega leão. Já sinto os efeitos e não gosto nada nada.

Não sei dizer meu nome completo. Quero saber como se desbloqueia um objeto depois que foi aplicada uma máscara de opacidade nele e nem disso obtive resposta.

Ainda a pouco vi (luz verde) quem eu tinha muita, mas muita saudade e a conversa não fluiu. Eu nem sabia o que dizer.
Só queria ficar olhando, ouvindo. Ou falando tudo o que viesse à cabéça ao mesmo tempo.

Prometi a mim mesma que colocarei um alarme para não esquecer o bendito comprimido (funciona, mesmo que seja só psicológico, a verdade é que sou outra) e não passar por esses apuros outra vez. Apuros, refiro-me aos últimos 3 dias. Inteiros.

Liguei para a Ana, aquela amiga dda, bipolar e portadora de toc, pânico e outros transtornos. Saudade. Só queria saber em que polo ela andava.

O outro, o da luz verde, continua um poeta. Posso ver que apesar da tempestade ali bem pertinho, chegando rápido, tenho com quem contar.