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Mostrando postagens de janeiro, 2010

diante de uma ideia melhor:

troco na hora!

Lá vai:

intelectualóide é quem pensa ser o mais inteligente, e só. Acha que isso basta e qualquer coisa que não esteja relacionada à assuntos muito, mas muito relevantes, deve ser banido da face da terra. Talvez  a intelectualidade seja a única coisa que a pessoa reconheça em si, e por isso quer palmas por isso. Acomete mulheres feias, ou similares, homens de pinto pequeno, fracassados em geral. Quando pega em mulher, elas escolhem os óculos mais feios da ótica, usam as roupas mais demodês, porque pensam que assim sua inteligência vai ser percebida da lua, de marte ou sei lá. Nem pensam em fazer uns exercícios físicos, nem em nome da própria saúde, para não correrem o risco de ficarem bonitas. E ser bonita, é ser fútil. Costumam reclamar que as pessoas não respeitam mulheres bonitas, e que nesse país machista e (...) só se dá bem quem tem bunda grande. Talvez seja uma grande verdade.  Qualquer um que seja bonito, pode ser inteligente. E gostar disso e não abrir mão de nenhum atributo. Dá sim p

Faz favor?

Me lembre de falar sobre intelectualóides, bbb, preconceito, e beleza. Tudo junto? Não sei... Espero ter clareza para passar pelos quatro tópicos num único post sem perder a coesão... Quero dar minha humilde meter meu bedelho onde não fui chamada  opnião.

Engraçado...

Não notou a manteiga na ervilha (não consigo superar, eheheh), mas sabe quantos caroços de pêssego esqueci em cima da pia. Gente, juro, no final nem sei quantos pêssegos comi, vou saber o que fiz com os caroços? Para mim, estavam na lixeira. Sorry, again... (ele é tão observador que me faz me sentir ainda mais relapsa, boca-aberta ou displicente, tanto faz)

Saia justa

Quer ver um homem no maior embaraço? Queixe-se que ele nem notou seu novo corte de cabelo. Pode até fazer uma ceninha. Lágrimas não valem, mas um beicinho caído e um olhar de gatos de botas, funcionam, acredito. Só que você não cortou nem um milímetro. Aproveite para fixar bem na memória o tom de voz que ele usa para elogiar e dizer que notou sim, só não queria comentar: é esse que ele deve usar quando mente. Em tempo: não perco tempo com esse tipo de coisa. Sou bem mais passional, acuso logo se for o caso. Não faço beicinho, faço um banzé, digno de postar na internet como um momento Amy. Ainda bem que nunca gravaram. Sorry, my husband, mas todos estão sujeitos a passar por isso.

Fiz e não saiu como esperado

Fiz uma massa caprichada. Tá bom era um miojo, mas ao menos não coloquei todo o tempero, nem cozinhei até virar polenta. Queria uma comida rápida, mas que surpreendesse. Sardinhas. Aí, fiz ervilhas para acompanhar. Fritei cebola cortadinha (não esfaquiada, viu Deise?), despejei as ervilhas e pus manteiga. Batida na hora, porque tenho o estranho gosto por coisas difíceis, ou trabalhosas. Só não gosto de ficar mechendo e de segurar a batedeira. Resultado: servi os pratinhos das crianças, o meu e meu marido que é um rapaz admirador da boa comida, misturou tudo! Que banho de água fria! Nem notou que a ervilha estava de outro mundo (verde, e veio num veículo absolutamente redondo, falava engraçado), e que o miojo estava caprichado! Foi como se eu tivesse entrado no quarto cheia de má intenção, vestida de dominatrix e ele me dissesse: "zorro, larga essas algemas e vem deitar". Gente, bati a manteiga na hora! E abri sozinha a lata de ervilhas! (essa sim, esfaqueei para poder abrir,

Mais um da série "só para constar"

Ah, como é bom se concentrar em alguma coisa! A ponto de não ouvir o barulho ao redor, então... (pena que esse momentos são raros, ainda) Não fosse o que aconteceu , minha manhã seria perfeita: trabalhei muito!

Caso algum dos meus irmãos passe por aqui...

Dificilmente passarão, mas caso o façam, liguem para mim. Caso isso não aconteça, só ficarão sabendo depois que tudo acabar. Não me culpem por compartilhar. Alguém há de me entender.

Queria poder pegar no colo

Meu pai hoje pediu que visse um telefone de uma clínica de reabilitação. Encontrei três, e dei os telefones. Como ele não tinha dito para quem era, resolvi perguntar, já desconfiada da resposta. Era para ele. Minha mãe está triste, mais uma vez. Somada a tantas outras vezes, chegou a conclusão que é insuportável viver assim. Entendo os dois. Pudesse, pegaria os dois no colo. Já vivi com alcoolatra. Meu ex-marido, lembram? E meu próprio pai, uma vida inteira. Sei exatamente o tamanho da frustração e da tristeza da minha mãe. Quanto ao meu pai, sei exatamente o que é querer mudar, não ver saída, e quando ver, não se sentir capaz de agir. Sei o que é prometer somente baseado na boa vontade, não na crença de que vai poder cumprir e acabar perdendo totalmente o respeito por si mesmo. É um buraco sem tamanho, é uma tempestade tão grande que faz a gente se sentir bem pequeno. Nessa hora, não sou filha. Sou cúmplice.

Sobre o post que terminou abruptamente

É assim mesmo. Vontade de mudar de assunto. Mas agora vem o final da história (ao menos aqui no mundo dos encaranados, espero que não tenha fim) Lutamos um pelo outro. Na verdade, naquela época, embora eu o tivesse procurado, nada aconteceu, como eu disse. As conversas não tinham esse teor. Apenas convites para conversar pessolmente e enfim esclarecer tudo, desculpas e coisas deixadas para trás, que eu recusei. O que eu queria naquela época era somente passar a limpo e tirar um peso da consciência. Achava que estava sendo realista. Meses e pencas de e-mail depois, eu separada, a conversa mudou. Ah, como eu queria aquele homem comigo... Amigo, irreverente, generoso (no sentido mais completo da palavra), de bom gosto, e tudo aquilo que já falei aqui e que ele sabe que reconheço. Mal sabia eu, que ele também tinha se apaixonado. Quando finalmente nos vimos, exatamente no dia seguinte ao da separação, o que era para ser uma conversa entre dois amigos que nutrem uma identificação sem tamanh

decreto

Não sei de onde tiraram que para ser moderna, tem que ter horror à cozinha, e não pregar um botão, berrar que não se precisa de homens para viver... Até aonde eu sei, inclusive os animais precisam de amor. Minhocas, sim, são hermafroditas. Ah, e amebas também. Mas as mulheres "modernas" insistem em dizer que não precisam de nada disso...

fica a pergunta

Em meio a tantos desabafos, críticas, erros de português (fiquem à vontade para corrigí-los) e bobagens em geral certamente falei sobre machismo, feminismo ou do asco que tenho das duas filosofias. Não vou desfiar o rosário dos porquês agora, mas me permito perguntar se alguém tem visto mulheres (de qualquer idade) admitindo que querem formar uma família? Homens, na sua dureza aparente, exteriorizam o que alguns podem chamar de indício de solidão, dizendo que querem formar uma família. E vão além, sugerem que mais importante que ter uma mulher, é ter uma família. Não é lindo, e aparentemente contraditório?

Previsível

Surpreender como, se o que  mostro já era esperado?

Schhh!

E na ânsia de não deixar margem para mal entendidos, falo demais. E esqueço que cada um pensa como quer ou como está inclinado a fazer.
Acabei de ver a mãe do Cebolinha na Tv! Reportagem sobre acessórios no Jornal Hoje. Hilária! A explicação do espanto: quando percebo que meu visual está além de discutível, caricato, como da vez que fiquei com o cabelo do Bon Jovi, mudo na hora. Não fico ridícula em nome de um visual moderno ou arrojado. Gente, tem limite... Se eu tivesse aquelas bochechas (não eram tão grandes) com aquele cabelo, realçaria outro ponto como os ombros  peitos de fora   para desviar a atenção. ah não, sem chance, tenho noção

Diálogo curto

-Mãe, não aguento mais essa senhora dizendo sempre a mesma coisa. (referindo-se à Michele Loreto e sua suave previsão do tempo) - ?  - Diz sempre que vem temporal e só aparece lugar alagado! -! Espere até 2012 para ver o que ela vai mostrar.:(

Desses presentes que a vida reserva

Estava aqui , lendo sobre a pedrinha no sapato dela e me deu vontade de falar sobre. Tive também alguém que nunca me teve. Pelo menos, não como poderia. Eu temia o dia em que nos veríamos. Medo real que me acomapanhou por anos. O cara tinha mudado de cidade, não estava onde eu pensava, e desapareceu. E-mails retornavam e desisti. Telefone fora da área. Estava me ignorando? (soube que o e-mail se perdeu, como o meu, e ele tinha trocado de número, graças a deus) Mais tarde, casada, e já com meu filho, eu temia encontrá-lo no ônibus, na rua, na praia, em outras cidades por onde eu andava. O que eu faria, já certamente não pareceria natural? Dizer o que? A verdade sobre o que eu sentia? (mais tarde cometeria esse ato insano). Pedir desculpas pela maneira como me afastei? (comecei por aqui, quando nos reencontramos) Perguntei a todos os amigos e conhecidos comuns quem tinha o e-mail dele. Consegui depois de várias tentativas, e o pior era fazer cara de "eu não queria mesmo...", ca

Estava eu, bem querida, bem mimosa

Vendo Um beijo roubado. Não sei se tenho cabeça para terminar hoje ainda. Tocou em assuntos íntimos, alguns que prefiro não lembrar assim, quando não quero. Aquela  história de fichas brancas, rei das fichas brancas e tudo o mais, conheço bem. Só que no meu caso, eram fichas amarelas, cor que se usa por aqui. Vi uma porção delas. Inclusive, aquele desinfeliz ofereceu como prova da sua sobriedade uma ficha amarela à juíza, no dia da audiência. Valeu, todos os ali presentes exceto ele e eu), ignoravam que a ficha dessa cor é dada à alguém assim que ingressa no AA, não depende de sobriedade. Jude Law é lindo de qualquer jeito. Mesmo com o cabelo more or less, camisa de estampa discutível... P.S (assisti mais um pouco, e realmente, vamos por partes, ou acaberei chorando à cântaros)

Notícia deliciosa

Minha filha caminhou pela primeira vez! Vários passos... Ela caminharia de qualquer jeito, mais dia menos dia, mas estou muito tão orgulhosa como se ela fosse a única criança capaz de fazer isso. Foi assim com meu filho também. Esse é um dos dias mais felizes da minha vida, e já contei inúmeras vezes, para inúmeras pessoas a mesma história: do dia em que ele caminhou. Agora é a vez dela. Quem tem filho, sabe o que é. E sabe que tem razão para tanta comoção. E antes de compartilhar com outras pessoas, estou aqui, compartilhando com vocês.

notícia deliciosa

Minha filha caminhou pela primeira vez! Vários passos... Ela caminharia de qualquer jeito, mais dia menos dia, mas estou muito tão orgulhosa como se ela fosse a única criança capaz de fazer isso. Foi assim com meu filho também. Esse é um dos dias mais felizes da minha vida, e já contei inúmeras vezes, para inúmeras pessoas a mesma história: do dia em que ele caminhou. Agora é a vez dela. Quem tem filho, sabe o que é. E sabe que tem razão para tanta comoção. E antes de compartilhar com outras pessoas, estou aqui, compartilhando com vocês.

E agora?

E agora que tive meu momento maior de rebeldia (ou sanidade, não se sabe ainda) e joguei os remédios fora, não tenho de onde tirar a certeza de que tudo vai dar certo. De dentro de mim? Tivesse aqui dentro, eu saberia. Certeza, aliada a vontade, é coisa que cresce feito um alien. Portanto, claro que preciso de uma bengala. Vontade não me falta. Eis as provas da persistência: Fui ao centro espírita, centro de umbanda, falei com gente otimista e nada. Falei com minha mãe, que sofre de coisa parecida. O meu problema se chama TDDA, o dela, por enquanto se chama "matrimônio-filhos-pouco-dinheiro-zero-senso-prático". Li artigos, bobagens, variedades, de tudo mas não fiquei super feliz (digo, um sucesso, contente como se evaristo costa viesse tomar um chimarrão aqui em casa). Minha gineco me receitou água morna nas costas, choradeira no banheiro, e passeios, enquanto estava grávida. Hum, foi bom enquanto durou. O endocrino disse que eu voltaria ao normal assim que meus níveis de TSH

Não costumo fazer isso porque ninguém lê (acho)

mas ouvindo essa música, não pude deixar de postar a letra. si la vida te da más de cinco razones para seguir si la vida te da más de 5 rincones para dormir si la vida te da más de 5 millones para morir se fuerza la máquina de noche y de día se fuerza la máquina de noche y de día si la vida te da más de 5 cabrones para aguantar si la vida te da más de 5 lecciones para no seguir se fuerza la máquina de noche y de día se fuerza la máquina de noche y de día me llaman calle, calle baldosa, la revoltosa, bala perdida me llaman calle, calle de noche calle de día no me rebajo ni por la vida me llaman calle la sin futuro, la sin salida me llaman calle, calle más calle la de las mujeres de la vida si la vida te da más de cinco minutos para gozar si la vida te da más de cinco minutos para olvidar se fuerza la máquina de noche y de día se fuerza la máquina de noche y de día se fuerza la máquina de noche y de día si la vida te da más de 5 razones para seguir si la vida te da más de 5 rincones para
Aqui onde moro, não pega vento. E o vento, vem mesmo é nas esquinas. No centro da cidade, ele vem no sentido rodoviária centro (vocês não sobreviveriam sem essa informação), deve vir de ônibus. E eu, abobada, quando estou de vestido e sou surpreendida pela tal ventania, faço pose.

fiz e não saiu como esperado

Queria postar uma foto ou um vídeo de Marylin Monroe cantando happy birthday, mas achei que deveria oferecer algo mais para meus leitores, algo que fosse novidade. Não deu tempo de providenciar, mas pensei em cantar parabéns a você na esquina da júlio com a marechal floriano e tirar as luvas. Pensei que misturando personagens ficaria hum, digamos, mais rico. Eu cantaria de maneira bem mais grotesca  interessante. Hoje este blog completa um ano. Amanhã, o cética e acética.

Waiting

Amanhã esse blog completa um ano.  Se eu tivesse parado de postar, o mundo seria o mesmo. Qualquer coisa pode durar um ano. Tudo o que eu fiz foi escrever. Na verdade me expôr. Falei de medos, de incertezas e de angústias. Mas como a maior vitória é quando vencemos a nós mesmos (ou algo parecido) superei aquela limitação que eu tinha que era o medo de que me conhecessem. Deixei de lado certas reservas, coisa extremamente difícil para mim. Eu antes não falava do meu gosto musical, por exemplo.  E mantive o bom humor, mesmo que tenha sido negro, ácido e subjetivo. Aceito: quaisquer quantias de dinheiro são bem vindas presentinhos selinhos e recados no orkut, facebook, my space e twitter CDs e DVDs virgens textos e links interessantes, curiosos. fotos e desenhos (para o meu banquinho de imagens) e tintas. meu e-mail tá no perfil. não vou desafiar os meus leitores dizendo que aceito parabéns e elogios (mas se os ganhasse, adoraria, claro) (confessando que eu teria continuado a escrever mes

Mais uma do meu ex-marido

Certa vez, na ânsia de tomar qualquer coisa que o deixasse com a consciência alterada, cometeu um ato insano: tomou três comprimidos de uma vez. Eram anticoncepcionais, de uma tipo que abandonei no meio da cartela, porque não tinha me adaptado. Ele, não sei.

Queimei meu sutiã

Peguei todos os remédios, um por um, tirei da cartela e joguei no lixo. Pronto. Nunca mais vou esquecer de tomar.

Birra

Sabe o livro Marley e eu? Fiquei sabendo (do verbo: li em algum lugar) que ele usa a seguinte tática para dar remédio para o cachorro: joga o comprimido no chão e finge que não é para pegar, que simplesmente deixou cair. Fiz o teste com animais. Fiz com crianças também. Pois é. Minha filhotinha é tão birrenta às vezes, que quando ela chora pedindo alguma coisa, joga no chão assim que pega nas mãos. Houve vezes em que ela sequer olhou para o objeto. Pegou só para ter sua vontade atendida e arremessou com toda a força do bracinho. Ultimamente, tenho feito de conta que só coloquei o brinquedo ao lado dela, que nem quero que ela pegue mesmo...

Diálogo curto

Enquanto eu esperava que a Mariana me transformasse numa coisa redonda, deu-se o seguinte diálogo: -Clóvis, tu sabia que o cérebro de uma grávida diminui em 3% seu volume e o sangue, aumenta em 50%? -O sangue eu não tinha notado...

E para tirar essa nuvem daqui

No foobar Ramones, RHCP, e U2 que fazia muito tempo que não ouvia.

esse não é um post deprê mas se chama solidão

Constatei o quanto estou sozinha. Só quem sabe das minhas dores, profundas ou superficiais, das minhas convicções ou dos meus desejos são vocês, leitores e os intrusos, que vem aqui por mera curiosidade e saem daqui falando horrores. Esses últimos, não posso chamar de amigos, embora já tenham sido, e dos bons. Optei. Me preservei (enquanto pude). Mas e se eu quisesse alguém para conversar, deixar o assunto fluir e falar de coisas minhas? Não tenho ninguém. Não estou exagerando. Ninguém. (lembrando que meu marido não conta, embora não lhe falte boa vontade.) (sou boa ouvinte, e as pessoas costumam me contar suas próprias dores, mas...) (opção minha, por achar que ninguém me compreenderia e ponto, acabei me isolando. Hoje não tenho intimidade com ninguém)

Ainda sobre escrita

Bom, eu também não costumava tolerar erros bobos em palavras corriqueiras. Isso, até constatar que quem não erra, usa corretor ortográfico ou tem um cérebro muuuuito mais afiado que o meu e não precisa usar tal artifício, coisa que me causa inveja (da boa) porque eu costumava escrever bem e sem erros. Reparei que tinha um erro logo nas primeiras palavras do meu perfil no Blogger. Aquela frase me incomodava, eu não sabia bem o motivo, até que vi um circunflexo onde não deveria ter. Rapidamente corrigi e estou tentando esquecer o assunto para ver se supero a vergonha que isso me causou. Hoje admiro quem sabe usar as palavras, se atreve a usá-las de maneira incomum. Isso sim, é saber escrever. E não, não estou sendo condescendente com meus erros, continuo tentando evitá-os.

Mais um assassinato da língua.

Meu cérebro tem me pregado algumas peças difíceis de engolir. Uma delas é o esquecimento. Esqueço inclusive do mais óbvio, como pentear os cabelos antes de sair, ou no mínimo dar uma olhada no espelho. Faço um make caprichado, corretivo, rímel, sombra e nem olho para os cabelos. Isso é comum acontecer. Sair no calorão sem desodorante. Ainda bem que carrego o mundo na bolsa. Já aconteceu de olhar para o celular, perceber que está sem carga e esquecer que existe carregador. Mais ou menos assim: celular descarregado, fim de papo, olha aquela ilustração ali... eu faria no Corel! Falando nisso, devo dar uma boa no Gimp... É assim. Uma coisa leva à outra e coisas óbvias ficam esquecidas. Sempre tive isso, mas não tanto como nesses últimos dois anos. Tenho uma vaga ideia de como começou, mas isso não basta para resolver de vez, que é o que eu quero. Explicado o porquê de tantos erros de português. Mas o que me dá mais raiva é quando eu passo um trabalhão do cão para esticar o dedo mínimo até

Dia do cão (título nada convidativo, eu sei)

Inspiração não me faltou. Concentração, modo desligado. Cérebro a mil, e nada feito. Frustração, tempo perdido. Até meu sorriso, é mais ilustrativo do que alegre. Ainda bem, que o riso vem fácil. Menos mau. Meu Deus, às vezes, pareço um inseto deitado sobre as asas, se debatendo. E, não tem nada de engraçado. Tento, tento e nada. No final, muito cansaço, e aquela sensação horrível de não ser capaz. E a pior ainda: não tolerar o stress e explodir. Arrependimento. Incapacidade. Uma vida inteira vivendo assim, claro que resulta no que resultou: críticas, justificativas explosões, desculpas choradeira, vergonha, olhar para dentro, e encontrar uma bagunça e por fim, alguém que me entenda e o medo de perder o único espelho filhos que mereciam uma mãe mais paciente. Ah, como eu quero uma saída. E queria eu mesma encontrá-la aqui, onde outras pessoas encontram alegria, e algum talento (discutível, vão).

Momento Amy na cozinha

Pois é, fiz uma tentativa de inovar na cozinha. E consegui. Visitas, domingo, churrasco. Não me perdoariam se eu não fizesse uma maionese. Então, lá fui eu preparar mais uma receita de sucesso. Segue o modo de fazer: Descasque as batatas corte-as em rodelas ou cubinhos. É bom escolher um dos formatos. Padrão, nesse caso é bom. Não as esfaqueie, caso suspeite que está prestes a fazê-lo, delegue tal atividade por medida de segurança. Ferva-as (sem dó) até que fiquem macias, a ponto de pegar com o garfo e cortar facilmente ao meio. Se passar do ponto, não tem problema, faça um purê e diga que mudou de ideia e que é melhor evitar gordura. Pique meia cebola, tempero verde (eu não tinha na hora), maçã e o que mais tiver colorido na geladeira. Gelatina não vale. Morangos, nunca tentei. Abra o sachet e despeje o necessário. Se optar por fazer no liquidificador com azeite e ovo, tudo bem, mas segurar o liquidificador enquanto ele desliza sobre o azeite derramado na pia é arriscado. Esse é um el

como todo ser humano provido de algum discernimento

Posso criticar. (culpa mode on, off, on, off) Fazia por volta de um mês que estávamos a assistir Inglourious Basterds. Por conta das minhas abstrações, demorei para pegar o espírito da coisa. Quando via estava voltando ao filme. Chato. No início eu não gostei. No meio, também não, tive vontade de desistir. Dei uma chance por que imaginei que Brad Pitt apareceria pelado (numa tentativa de se vingar da wife dele que aparece do nada nua num filme que não lembro o nome mas que locamos quase só por isso). Filme arrastado. Leva mais de uma hora para apresentar os personagens e dizer a que veio! Todo o filme tem um momento em que as pessoas saem do cinema, mas nesse caso, são tentadas a abandonarem seus lugares por um tempo que eu julguei longo demais.  Um exercício de paciência que só pratiquei por causa do diretor e seu senso de humor fora de hora. Bom, Hitler morreu. E eu, como boa punk de visual não coerente, adorei.

Sobre clichês e mais ainda sobre novidades.

Não pude conter um u-hu vindo da alma (sei que virou clichê, mas, fazer o que...)! Ocorreu que encontrei música que me deixa para cima, como manu chao e ramones.  Estávamos comentando que precisamos de música nova. E que esperamos que algo nos surpreenda, como morcheeba, massive attack e nouvelle vague nos surpreenderam. Sim, nessa casa não sou a única a gostar de novidades, de música e afins*. Ouvi norah jones com uma levada mais rápida, gostei.  Ouvi Muse. Pronto Aí está o momento em que proferi o indefectível u-hu. Mais uma vez: U-HU!

Só um pequeno detalhe que preciso mencionar

Na verdade, não sei o que o dono (ou os donos) do sopa procurava, mas com certeza, encontrou aqui uma fã.

Mais um ficadica dos bons

Há mais ou menos um ano, descobri o Sopa de Cérebro . Na verdade o Dimitri me achou antes (tenho um orgulho danado, foi meu primeiro seguidor, quando os blogues tinham meia dúzia de posts cada um). Mais um que leio sempre que posso. Dou boas risadas e fico pasma, às vezes, sumultaneamente. Vale conferir os trabalhos dele. Todos. Um dedinho apontado para a Valentina, tendo problemas com o vento que vi no you tube. Tem uma outra animação chamada constelação com participação de uma banda espanhola muito boa. E tem mais: fotos lindíssimas, desenhos. Tivesse eu metade do talento, da criatividade e da capacidade de realização desse cara... Inveja da boa, tá?

ficadica

Reencontrei uma página que procurava fazia tempo. Quando tinha net no quarto (o cabo não funciona, a placa de rede também não, às vezes um, geralmente os dois), deixei de encher o saco do meu marido várias vezes vendo de tudo um pouco lá . Alimentei meu cerebro ávido por novidade muitas e muitas vezes.Ô coisa boa! (equivalente a um gatinho encontrar um novelo de linha no chão.)(mariana encontrando um pacote de lenços umedecidos que ela fácil de abrir)

Pequenos defeitos

Podem incomodar muito, ou pouco. O fato é que todos os tem. E mais fato ainda: dá para resolver. Tá, todos conhecem o resultado do photoshop, mas confesso que fiquei impressionada com a suavidade com que foram aplicados os recurso. (eu ia dizer sutileza, mas não tinha certeza se era com z ou s) Bom, agora além de slow motion enquanto estiver caminhando, a música certa e um vento só em mim, quero também, tratar todas as fotos. Ai, como me arrependo de não ter feito isso antes...

Frase do dia

"No momento em que um artista descobre o que as pessoas querem e procura atender a demanda, ele deixa de ser um artista e torna-se um artesão maçante ou divertido, um negociante honesto ou desonesto. Perde o direito de ser considerado artista. " ( Oscar Wilde ) concordo com cada palavra

Fatídico dia seguinte

Depois de uma discussão boba com meu marido onde os dois estavam certos e os dois exageraram nas reações, dormi mal. E hoje, não estou grande coisa. Tem algo errado que eu não sei bem o que é. Odeio, com todas as forças da alma estar confusa. Vou deixar esse dia passar (ou poderia não deixar?). Música, net, trabalho, mais um pouco de musculação. Quem sabe uma caminhada à tarde? Mais trabalho à noite ,que deixei em stand by para essas ocasiões em que preciso de algo para fazer sozinha que seja interessante. Eu poderia passar as horas que antecedem o sono com meus filhos, mas farei isso durante o dia. Falando em musculação, dia desses, em que precisava ficar um pouco sozinha e gastar uma boa dose de energia, levantei mais peso do que deveria. No dia seguinte, a situação era a mesma, e eu toda dolorida. O lado bom é que se continuar nesse ritmo, vou ficar durinha, durinha.

O homem ideal

O "meu" homem ideal não usa a calça muito justa, marcando o bumbum. Ao contrário, fica só um pouquinho, solta. Ah, e ele olha nos olhos. (Dizem que os homens escutam com os ouvidos, não precisam e não podem ficar olhando quando estão atentos ao que estão ouvindo. Bom, mas eu acredito que dá para ouvir e olhar. Interessado. )

Desinformada?

Talvez... Eu nem sabia que o BBB já tinha começado. Deixei a tv ligada, vi um monte de mulher que desconfio que sejam todas bundudas de plantão. Continuei o que estava fazendo. Deu para notar que estavam disputando, ficariam horas... E aí, ouço o primeiro cantarolar. Odeio com todas as letras gente que quer se fazer notar gritando e cantarolando (alto, bem alto). Foi o suficiente, nem esperei o primeiro u-hu. Mau humor? Não. Só não tenho saco para essas coisas e sei que não sou a única. Mas uma das poucas a não temer ser chata e abrir a boca. Ai que saudade da Ju, Merda, falei!. Todo o mundo fala mal do BBB. Eu não. Não sou tão inteligente assim a ponto de não poder olhar uma bobagem de vez em quando. Além do mais, a-d-o-r-o observar as pessoas e suas atitudes, suas escolhas. Como eu disse, só não tenho paciência com aqueles que querem chamar a atenção fazendo coisas sem a menor graça. Gosto de ver as pessoas de perto. Bem de perto.

Pode acreditar

No meio dessa salada toda, tem dores profundas que eu sequer menciono. Coisas que não consigo resolver. Aí, não posso nem falar, para evitar mal entendidos. Chato, isso. (e a confusão continua, I hate...)

Não sou amélia

Mas confesso que até estou gostando de trabalhar em casa. (quando voltar a trabalhar fora, sofrerei uma crise de abstinência, talvez) (antes que algum sem noção decida tentar me tirar a guarda das crianças, aviso que sou bem caretinha, duvido encontrar vestígios no meu sangue ou urina que não sejam de linhaça, azeite e aveia, não tenho culpa se meu vizinho é chapeador e o cheiro que vem de lá é forte)

Um DDA legítimo (dos grandes)

Nunca vem ao mundo à passeio. Vem à trabalho, para se divertir, quer descobrir, quer desafios, encontrar um amor, para criar, para exprimir, e para testar todos os seus limites. Tudo isso muito e simultaneamente.

E deixa essa nuvem passar

Não sou melhor do que ninguém (sei lá se esse que tem acento), mas tenho meu valor. Quero falar sobre o tempo, sobre algum viral, sobre escândalos da política. Também sobre maquiagem, moda, tendências, criticar a tv, filmes. Postar as fotos dos quadros que pintei, falar das músicas que tenho ouvido... e das coisas que tenho descoberto, como se fosse a única. Mas não tenho conseguido. Parece que só vejo meu umbigo. Mas não, observo e leio tudo. Ocorre que essas questões mais íntimas me assombram (ou me comovem) todo o tempo. E acabo por ficar divagando sobre quem sou eu, como eu faço para impor limites (ô coisa boa!), os remédios que eu esquci de tomar, as tensões que se acumulam por conta desse meu jeito... Mesmo que eu não queira, tudo vem à tona, e eu preciso digerir. Não querendo culpar o mundo, fico analizando o que foi que eu fiz. Não quero desenvolver um câncer. Ser dda tem seu lado bom, mas o ônus (como se fosse nossa escolha pagar ou não), é esse: tudo tem uma dimensão maior. T

Assim caminha a humanidade

Sabe o que eu fiz quando o Clóvis, meu atual husband, foi embora, anos atrás, me deixando totalmente apaixonada (ele não sabia)? Rapidamente fiquei noiva, casei e tive um filho. Esse é meu jeito de passar pelos infortúnios. (quem presenciou, considera um desatino, salvo a parte de ter um filho)

Sorry...

Alguém procurava por "tenho uma coisa na minha garganta" e caiu aqui. Seja bem vindo. Além de ter uma coisa na garganta, espero que não tenha um aperto no peitou, depois de ter me visitado. Volte sempre, você e vocês. Prometo boas risadas.
Eu, bem querida, bem mimosa comentando com o otorrino que o importante era acabar com as minhas dores de cabeça, que o psiquiatra cuidaria das emoções e o endocrinologista do resto, por isso as plásticas e lipos ficariam para depois. Adeus Garota Verão. Ouço a pergunta arriscada: onde tu faria plástica? no nariz? Oi? Tem alguma coisa errada com meu nariz? Tem alguma coisa errada com meu nariz também.

Nomes estranhos

Meus colegas da sexta série se chamavam Zoreia, Nelsinho, Quarenta, Vaca e Piranha. Os dois últimos também eram meninos. Fui colega do Cacundo. Primeiro a me emprestar um caderno. Era bonitinho, mas a coluna era um verdadeiro ponto de interrogação. Espero que tenho melhorado, ou sofre de dores fortíssimas. Nessa mesma época, era amiga do Lobão. Tempos depois, o irmão mais novo dele foi para o internato também. Claro, como ele não tinha nada de estranho para que se fizesse uma caricatura, passaram a chamar ele de Lobinho. Eu fui Xuxa. Alemoa, apesar de deixar claro que sou italiana de sobrenome português. Mas para meu ódio total o que pegou mesmo foi o apelido de Xuxa. Mas sabiam que meu pai me chamava de Tuga  (personagem de Mauríco de Souza, lembra?) em casa. Ainda me sinto um ser abençoado por meu pai não ter sido meu colega.

Não quero muito, não

Nesse ano de vintedez, só quero colocar minha cabeça no lugar e voltar a ser como antes. 30 com corpinho de 29 (inclusive minha cintura está menor!). Prometo não me jogar de cabeça nas coisas. Nem esperar demais das pessoas. Nem considerar que esta ou aquela são as únicas oportunidades da vida. Prometo não ser tão imediatista. Entender que meus filhos gostam sim, de mim, mas que preferem só um pouquinho ficar com outras pessoas. Admitir que sou a filha que mamãe pediu a Deus. Agir como se fosse a mais linda e mais bem sucedida mulher da face da terra, e sendo assim, não terei do quê reclamar, não é mesmo? vou abandonar esse corpo que não me pertence vou deixar de ser eu mesma, e ser perfeita, feliz e ponderada. Na verdade ironizei um pouco, para mostrar que não quero nada disso não. Só quero reencontrar meu bom senso, coisa que venho tentando há mais de um ano (reza a lenda que muita gente não encontrou, outros, sequer tentaram). E como determinação não me falta, vou conseguir. Como,

Cardápio do dia

Aqui em casa a gente prefere comprar o que estiver em promoção. Se for arroz, se compra uma certa dose de arroz. Se for feijão, mesma coisa. E se for iogurte, no mesmo dia do feijão, imaginem o prato do dia. As bananas estavam com um preço ótimo na quarta-feira.  Meu marido chegou e adivinhem: trouxe bananas! Minha irmã comprou duas pencas para nós e uma para a mãe, que estava lá em casa e pela quantidade, deve gostar muito de banana. O problema é que minha já tinha ido embora quando ela chegou e ficamos com todas as bananas. Gente, quatro pencas de banana... Estou me sentindo como se tivesse os braços bem mais longos, orelhas bem abertas, pintando quadros na novela das sete e proferindo u-u a-a, u-u, a-a cada vez mais alto!

E assim se faz um delicioso pavê

1 lata de leite condensado 1 litro de leite 4 colheres ( sopa ) de amido de milho 2 ovos separados 2 caixas de chocolate Bis picado 1 xícara de açúcar 1 lata de creme de leite Misture o leite condensado, o leite, a maisena, as gemas e leve ao fogo, mexendo sempre, até engrossar, ou até perder a paciência e delegar tal atividade para o primeiro desocupado que aparecer por perto. Reserve (um tempo para se acalmar, o creme ficou cheio de bolinhas) Forre o fundo de uma forma refratária grande com metade do creme, faça uma camada com o chocolate picado e complete com o restante do creme (não pode comer o resto do chocolate, tá) Bata as claras em neve e vá acrescentando o açúcar, aos poucos, batendo sempre, até obter um suspiro firme. Ou seja, bata as claras até ficar de saco cheio de seguar a batedeira, porque ela não pode ficar batendo sozinha, a menos que você queira uma cozinha inteira forrada de clara de ovo. Despeje o açúcar de uma vez e continue meditando com a batedeira nas mãos. Jun

going

Eu continuo trabalhando na loja, não sei por quanto tempo. Pouco, espero. Sem internet lá. Casa numa confusão, apesar de limpa. Eu, indignada, confusa (razão da indignação), e de cabeça cheia. Beeeem cheia. Quando estou quieta, algo vai muito mal. E no momento estou muda, preferindo escrever, para me manter calada. Meu filho está sem escolinha agora e está indo para o trabalho comigo. Uma coisa incomum, eu sei, e pouco profissional. Apesar dos pesares, meus chefes são humanos, sabem que eu não tenho outra alternativa e meu filho é uma criança sob-controle. Não fosse, eu não levaria o levaria nem por um minuto! As pessoas continuam dobrando as esquinas sem ligar o pisca. Tem uma obra do ladinho do meu trabalho que faz um barulho infernal típico de obra, mas os pedreiros não servem nem para aumentar a autoestima das desavisadas com aqueles elogios bem corriqueiros. Portanto, é só barulho. Post nada engraçado, eu sei. Pena.... Queria fazê-los rir, queria que encontrassem aqui, além de mot

Humor negro (sem muita graça, caso estejam iludidos, achando que vão morrer de rir)

A enchente tomou conta de tudo. E a piada de mau gosto quando voltou a chover: deixa chover, a água da chuva é uma coisa que lava, que leva, que limpa e que invade... Eu moro no alto. Estamos a salvo do aguaceiro. (e dos desmoronamentos, espero).

Falando nisso

Eu só ouço falar no grupo de 17 amigos de Aruja, das irmãs, da noiva do cara que sobreviveu, e da Yumi. Na verdade ela está fazendo um sucesso medonho por conta do endeusamento que a morte causa. Longe de mim questionar o talento da menina, não é disso que quero falar. Quero saber é se encontraram o filho de dois anos desaparecido de uma negra, que já tinha perdido outras pessoas queridas. Não ouvi mais nada a respeito. Não se foi encontrado, sei que foi procurado, ao menos (é triste admitir, mas um corpo daquele tamanhozinho perdido). O sofrimento dela será menor do que o dos turistas? Não queria ela passar o ano novo e o resto da vida com o filhinho? Não teve outras perdas, como todos que estavam lá? Talvez o filho fosse seu bem mais precioso (não quero pensar em estar no lugar dela). E a razão de não termos notícias sobre o menino, como temos das outras vítimas é a cor e classe social da mãe dele?

Tem uma coisa entalada na minha garganta

Sou punk até os ossos, ao até o último fio de cabelo, como lhe parecer maior. Odeio restrições e sou adepta das ironias e acho que visual passa mensagem sim, inclusive provocações. Sarcástica assumida. Claro que não são só esses defeitos atributos  que me definem como punk. Deveria eu usar muitos piercings, trocar meus saltos (escolhidos a dedo) por tênis converse?

Depois que colocar a cabeça em ordem

Primeiro quero terminar o tratamento. Mas está longe ainda. Quero passar bem longe do psiquiatra. Aí, sim. No dia em que isso acontecer, quero berrar bem alto (sinal de loucura crônica, será?) que tive alta! Portanto amigos, depois desse dia não vou tolerar mais frases do tipo: -tá procurando briga, é o dda se manifestando (lembrando que ser portador de dda não é ter um alien na barriga, não há nada para se manifestar, os problemas são bem reais, já aconteceu, mas hoje busco desafios de outra forma) -tu esquece porque não anota. Deveria ter uma agenda.(e como é que eu faço para lembrar de olhar a agenda?) Já uso outros artifícios para lembrar das coisas. E não tem falhado. Esqueço o imprevisível. - tu tem que tentar! (gente, eu tento, juro, o que eu quero é conseguir de fato! falando ainda sobre os esquecimentos) Não vou de jeito nenhum tolerar que as pessoas se valham da minha memória curta para fazer acusações. Se alguém perdeu algum objeto tem que ser culpa minha sempre? Eu sequer p

Cada coisa no seu lugar?

Eu costuro ou faço outros trabalhos no ateliêr de pintura, e pinto meus quadros em casa. Em casa, tento relaxar, afinal, a casa de alguém deve ser o melhor lugar do mundo, ou tento (quase sempre em vão) me concentrar em algo e realmente fazer. E quando saio, levo todo o meu material junto comigo. Se vou ficar três dias fora, levo mais tecidinhos, tintas, e afins que roupas.Um transtorno. Acredito piamente que mingau de aveia, linhaça e azeite de oliva emagrecem. Ouso ter apenas duas calças jeans. Sim, devo ser a única mulher da face da terra que só tem duas calças jeans. Hoje saímos de casa muito mais cedo que o normal. Eu olhando a rua vazia, as lojas que só abriariam quase três horas depois, pensei: isso não é hora de estar na rua, como é possivel existir pessoas matutinas? Gosto de ir dormir depois da meia-noite. Agora, com o tratamento, acabo dormindo cedo, por puro desejo de resistência, gostaria de pegar no sono depois das duas. Na verdade, gostaria de passar a noite acordada. C

Um singelo almoço de domingo

Não, não vou destilar meu veneno, embora esteja quase afogada em tanta saliva! Também não vou azedar tudo ao meu redor com minha acidez. Muda. Ironias? Não, Clóvis, não vou falar dos nhoques do almoço.

let it be, que tudo vai para o devido lugar.

Eu penso em tudo tanto, que acabei por não refletir acerca do ano que passou. O que eu queria no ano passado, é o mesmo que quero agora: colocar a cabeça no lugar, e algumas outras coisas também, que não consegui realizar mas que estive bem perto. E o único balanço (uuuuui) que pretendo fazer é aquele, que menciono de vez em quando. (mas confesso que estou louca para ter sonhos novos)

Aproveitando

O gancho que a Luciana deixou nos coments: Concordo com ela. Só pelo que uma pessoa escreve, não dá para saber quem ela é. Mas, o que vemos, pode ser uma parte bem importante, coisas  que ela não se atreve a contar para ninguém, ou coisas tão significativas que compartilha com quem quiser ver. Mas tem também, aquele pessoalzinho que enfeita um pouco a própria realidade, para parecer legal, divertido, bem sucedido, que omite o que pode ser fundamental e que falam mal de quem expõe as próprias dores. Eu digo que são as pollyanas da net. Não adianta: todo o mundo sofre, todo o mundo ri, mesmo que eventualmente. Tanto o sorriso gratuito quanto admitir que não é um sucesso absoluto, engrandecem qualquer um. O que importa é ser autêntico, não fazer tipo, seja na vida real, seja na internet (também real para mim e para muitos).

my fucking husband acha que estamos ficando velhos

Passamos a virada com um casal que não bebe. Praticamente nos convidamos. Foi legal, mesmo assim. Mas eu, marcada que sou por histórias que já contei aqui, sou suspeita para falar. Ainda tenho um medinho de datas, feriados, sábados à tarde. Carnaval, então.... Me arrepia só de pensar! Mas aos poucos vou superando, graças ao meu marido que me mostrou que é possivel sim, viver de uma forma mais tranquila (entre outras coisas), coisa que eu pensava ser para poucos, talvez, para ninguém. Confiança, e aquela rotina saudável e necessária (para que se possa sair dela), para mim, eram desconhecidas. Um sonho. Ontem, passamos o dia num balneário, com o mesmo casal. Crianças. Nós, até que tomamos cerveja, mas o nosso amigo é alcoólatra em recuperação, não toma nem olina. Talvez estejamos mesmo ficando velhos, optando por programas assim e ainda gostando. Se é bom, ou ruim depende do ponto de vista. Já vivi as duas situações. O que mais comemoro é o fato de poder optar, não ser obrigada a nada: n

eu precisava contar para alguém

minha menina fica em pé sozinha!  E eu, sonhei que ela estava caminhando. (eu me comovo) mandei sms para quem poderia se interessar pelo desenvolvimento dela, mas decidi compartilhar aqui também.

E o pessoal do bairro perigoso

Até que fazem um som legal... Tem um menino de 10 anos que toca como ninguém! (o que não suporto é quando ligam o som, com aquelas músicas repetitivas de bonde do forró e ivete, arg! prefiro os ilustres desconhecidos)