Estava eu bem querida, bem mimosa, num passado muito, muito remoto (morto e enterrado e espero que apesar das voltas que o mundo dá, assim permaneça) trabalhando no dia do meu aniversário. Eu eu tinha um "namorado" ou candidato a isso, novo. E o infeliz resolve me presentear com uma tele-mensagem. Eu queria era vê-lo, mas tudo bem. Mensagem romântica, texto coerente... Com Easy como música de fundo. Destaque para a parte "garota vou te deixar amanhã", trecho da música que na hora passou batido. Logo depois, o infeliz liga, perguntando se tinha gostado, etc, etc. Ah, que bom, disse ele, porque eu não ouvi, só pedi para a moça uma telemensagem assim, assim assado. Bem, eu murchei de tal forma que a ligação deve ter caído. Sorte a dele que não estava na minha frente dizendo aquilo (mais tarde o fez, estou dizendo que era infeliz)! Se alguém pretende se aproximar de mim, nunca jamais me mande algo impessoal, padronizado, sem ecolher. Pelo amor de deus, ele poder...
Comentários
Acerca disso por vezes penso que se um dia tiver filhos gostaria que eles pudessem escolher o seu nome. Não é um ato egoista serem os pais a escolher? Poderiam se evitar situações dessas.
E lá o meu comentário ficou maior que o post em si :)
E quanto aos nomes, já me disseram que meu filho nunca vai me perdoar por se chamar Carlos! :)
Eu gosto. E digo para ele que é um nome lindo e que poucos gurizinhos tem.
Eu preferia me chamar Olga.
Meu coment também ficou maior que o post! Tudo bem.
Eu queria dar, mas não tá rolando. hehehehe
Gosto de Graziela, muito sul american.
Martini, aqui é Bruno, Felipe, Arthur. Carlos, da idade dele, não conhecemos mais ninguém!